
O que era para ser apenas mais um voo internacional virou espera forçada para uma comissária de bordo natural de Jaú.
A brasileira ficou retida em Hong Kong após a companhia aérea suspender os voos de retorno aos Emirados Árabes Unidos, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio. Durante a viagem, a aeronave precisou desviar a rota e ser reabastecida para evitar áreas de risco, depois dos ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
“Pousamos em Hong Kong e logo veio a confirmação: espaço aéreo fechado e todos os voos cancelados, inclusive o que voltaria para Dubai”, relatou.
Desde então, ela e a tripulação aguardam em um hotel por um possível voo de repatriação. A previsão é incerta. “Falaram que talvez a gente volte no dia 4, mas ainda é um grande ‘talvez’”, afirmou.
Enquanto isso, em Dubai, onde vivem o marido e amigos, o clima é de apreensão. Mesmo à distância, a comissária de Jaú acompanha tudo com o olhar de quem já cruzou tantos céus, mas agora espera que o próximo destino seja, simplesmente, voltar para casa com segurança.