
A instituição atende pessoas entre 18 e 60 anos com deficiências física, visual, auditiva e múltiplas, oferecendo atividades diversificadas que estimulam autonomia, convivência e desenvolvimento pessoal.
Entre os atendimentos está o ensino de Braille, método voltado às pessoas com deficiência visual, que envolve exploração tátil, uso de reglete e punção, materiais em alto-relevo e outras técnicas específicas. O processo começa pela identificação das letras do alfabeto, reconhecimento de formas e tamanhos e a descoberta do próprio nome. Gradualmente, pode avançar para sílabas, palavras e alfabetização completa.
Segundo informações da instituição, o objetivo é ampliar esse trabalho até alcançar plenamente a etapa de alfabetização. Atualmente, o avanço ocorre de forma progressiva, com apoio da Orientadora Social Débora e também por meio da colaboração entre os próprios assistidos, que participam ativamente do aprendizado coletivo.
Ainda de acordo com a entidade, essa troca fortalece vínculos e contribui para superar desafios de comunicação e convivência. A evolução é perceptível nas atividades musicais, no artesanato, nos jogos e em outras ações do dia a dia, que estimulam habilidades e ampliam horizontes.
A rotina da AMAI mostra que, quando o apoio é mútuo e o ambiente é acolhedor, cada pequena conquista ganha proporções gigantes 